às andanças em busca de uma explicação para a arte na 'pós-modernidade'.
|
|
| |
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
| |
Sexta-feira, Setembro 05, 2008
Calmaria
Teu riso
Corta um rio
Na tarde fria
Pele macia
Na proa azul
Canoa, água abaixo, o rio corria.
Sobre os teus ombros
O meu amor
Jangada, vento e vela, à mão cosia.
O arroio sobre as pedras
Que o tecia
Ia, ia.
Olhar de Iara ali luzia
Cantigas de um olhar
Em calmaria
Ria, ria.
Saudade se evapora em água agreste.
N’água corrente
Tua agonia
E nesse rio a margem
Agora é tua
E no meu leito
Um sono ateu
Irriga nosso amor
Com água suja
Pecado é vir à foz
Sem ficar turva
2:46 PM
Comments:
|
|
| |
|
|
|